terça-feira, maio 12, 2026

Mato Grosso do Sul

Europa muda regras sanitárias para importação e carne brasileira fica de fora

A União Europeia decidiu retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar determinados produtos de origem animal ao bloco, numa medida que pode atingir frigoríficos e cadeias do agronegócio de Mato Grosso do Sul. Essa mudança foi publicada nesta terça-feira (12) pela Comissão Europeia e pode barrar a entrada de carne bovina brasileira, aves, ovos, mel, peixes de cultivo e até animais vivos destinados à produção de alimentos a partir de 3 de setembro de 2026. Justificativa apresentada pelos europeus é que o Brasil não teria fornecido garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária. Esses produtos incluem antibióticos e outras substâncias usadas para combater microrganismos. Pelas regras da União Europeia, o uso desses compostos para acelerar crescimento animal ou aumentar produção é proibido, assim como medicamentos considerados estratégicos para tratamentos humanos. A decisão ocorre em meio à forte pressão política e econômica de agricultores euro..

Brasil

Europa muda regras sanitárias para importação e carne brasileira fica de fora

A União Europeia decidiu retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar determinados produtos de origem animal ao bloco, numa medida que pode atingir frigoríficos e cadeias do agronegócio de Mato Grosso do Sul. Essa mudança foi publicada nesta terça-feira (12) pela Comissão Europeia e pode barrar a entrada de carne bovina brasileira, aves, ovos, mel, peixes de cultivo e até animais vivos destinados à produção de alimentos a partir de 3 de setembro de 2026. Justificativa apresentada pelos europeus é que o Brasil não teria fornecido garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária. Esses produtos incluem antibióticos e outras substâncias usadas para combater microrganismos. Pelas regras da União Europeia, o uso desses compostos para acelerar crescimento animal ou aumentar produção é proibido, assim como medicamentos considerados estratégicos para tratamentos humanos. A decisão ocorre em meio à forte pressão política e econômica de agricultores euro..

Inflação em abril fecha em 1,02% influenciada por alimentos e bebidas

Divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (12), um dos índices utilizados para medir a inflação, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) fechou em 1,02% em Campo Grande. O valor ficou acima do resultado no País, de 0,67%. Na Capital e no cenário nacional, a maior influência para a alta é dos alimentos e bebidas. Localmente, o percentual subiu 1,86%. Nacionalmente, foi 1,84%. Os alimentos que mais tiveram alta em Campo Grande foram a batata-inglesa (23,81%), o repolho (19,41%), a cebola (18,70%) e o tomate (10,11%). Comer fora de casa ficou 1,30% mais caro, com o aumento nos gastos para um lanche (2,92%) e nas refeições (0,58%). Tiveram queda o mamão (-9,96%), o café moído (-1,71%) e o pão francês (-1,26%). O grupo influenciou o IPCA em 0,41 ponto percentual e apresentou a maior variação na comparação com o mês anterior. A influência direta dos combustíveis foi a principal responsável pela alta no grupo dos transportes (1,04%)..

Notícias

Europa muda regras sanitárias para importação e carne brasileira fica de fora

A União Europeia decidiu retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar determinados produtos de origem animal ao bloco, numa medida que pode atingir frigoríficos e cadeias do agronegócio de Mato Grosso do Sul. Essa mudança foi publicada nesta terça-feira (12) pela Comissão Europeia e pode barrar a entrada de carne bovina brasileira, aves, ovos, mel, peixes de cultivo e até animais vivos destinados à produção de alimentos a partir de 3 de setembro de 2026. Justificativa apresentada pelos europeus é que o Brasil não teria fornecido garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária. Esses produtos incluem antibióticos e outras substâncias usadas para combater microrganismos. Pelas regras da União Europeia, o uso desses compostos para acelerar crescimento animal ou aumentar produção é proibido, assim como medicamentos considerados estratégicos para tratamentos humanos. A decisão ocorre em meio à forte pressão política e econômica de agricultores euro..

Inflação em abril fecha em 1,02% influenciada por alimentos e bebidas

Divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (12), um dos índices utilizados para medir a inflação, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) fechou em 1,02% em Campo Grande. O valor ficou acima do resultado no País, de 0,67%. Na Capital e no cenário nacional, a maior influência para a alta é dos alimentos e bebidas. Localmente, o percentual subiu 1,86%. Nacionalmente, foi 1,84%. Os alimentos que mais tiveram alta em Campo Grande foram a batata-inglesa (23,81%), o repolho (19,41%), a cebola (18,70%) e o tomate (10,11%). Comer fora de casa ficou 1,30% mais caro, com o aumento nos gastos para um lanche (2,92%) e nas refeições (0,58%). Tiveram queda o mamão (-9,96%), o café moído (-1,71%) e o pão francês (-1,26%). O grupo influenciou o IPCA em 0,41 ponto percentual e apresentou a maior variação na comparação com o mês anterior. A influência direta dos combustíveis foi a principal responsável pela alta no grupo dos transportes (1,04%)..

Desenrola Fies começa amanhã com desconto de até 99% para estudantes

A partir desta quarta-feira (13), estudantes com dívidas do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) poderão renegociar os débitos com descontos que chegam a até 99% do valor devido. A medida faz parte do programa Desenrola Fies e foi oficializada na Resolução CG-Fies nº 66, publicada no DOU (Diário Oficial da União) desta terça-feira (12). Em Mato Grosso do Sul, o programa deve atingir milhares de pessoas. Dados do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) mostram que o Estado possui atualmente 38.499 contratos ativos do Fies. Entre os estudantes que já entraram na fase de amortização, 22.421 estão inadimplentes, o equivalente a mais da metade dos contratos nessa etapa. O valor em atraso também chama atenção. Segundo o FNDE, as dívidas acumuladas em Mato Grosso do Sul somam cerca de R$ 1,6 bilhão. Na prática, os números mostram que milhares de estudantes financiaram a graduação, mas não conseguiram manter os pagamentos após o fim do curso ou durante a trajetória acadêmica. ..