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Mato Grosso do Sul
Estância Miranda: dos ingleses matadores de onça aos judeus protetores
“The Miranda Estancia Company Ltda.” é o nome de uma gigantesca fazenda pertencente a investidores da Inglaterra no coração do Pantanal do Mato Grosso do Sul. Por estranho que pareça, o povo a chamava de “Fazenda do Franceses”. Faziam confusão com outra fazenda vizinha dos ingleses que realmente pertencia a franceses. Tinha mais de 200.000 hectares destinados à criação de bovinos. O “passatempo” era caçar onças. Miranda era uma festa! A fazenda foi, por longo tempo, administrada por Raul Nessheim, um norueguês oriundo do Paraguai. Ele praticamente se assenhorou da fazenda. A administração era precária, suscitando inúmeras controvérsias com os proprietários ingleses, devido à baixíssima lucratividade. A diversão fazia parte de seu cotidiano. Há quem diga que, tal com a Paris dos pintores impressionistas, Miranda era uma festa! Já desde essa época, a fazenda era chamada de “Estância Miranda”, para os brasileiros. Muita gente, do Brasil e do Exterior, ia para lá participar das festanças. ..
Brasil
Estância Miranda: dos ingleses matadores de onça aos judeus protetores
“The Miranda Estancia Company Ltda.” é o nome de uma gigantesca fazenda pertencente a investidores da Inglaterra no coração do Pantanal do Mato Grosso do Sul. Por estranho que pareça, o povo a chamava de “Fazenda do Franceses”. Faziam confusão com outra fazenda vizinha dos ingleses que realmente pertencia a franceses. Tinha mais de 200.000 hectares destinados à criação de bovinos. O “passatempo” era caçar onças. Miranda era uma festa! A fazenda foi, por longo tempo, administrada por Raul Nessheim, um norueguês oriundo do Paraguai. Ele praticamente se assenhorou da fazenda. A administração era precária, suscitando inúmeras controvérsias com os proprietários ingleses, devido à baixíssima lucratividade. A diversão fazia parte de seu cotidiano. Há quem diga que, tal com a Paris dos pintores impressionistas, Miranda era uma festa! Já desde essa época, a fazenda era chamada de “Estância Miranda”, para os brasileiros. Muita gente, do Brasil e do Exterior, ia para lá participar das festanças. ..
A paixão de Helinho e Cristian todo dia é “ressuscitar” carros antigos
A oficina é pequena, mas o movimento não deixa espaço vazio por muito tempo. Entre latas abertas, peças desmontadas e soldas, é ali, no bairro Tiradentes, que Hélio Benites, o Helinho dos Opalas, e Cristian Roa Rosa construíram um verdadeiro “centro de milagres” dos carros antigos. Isso porque muitos chegam de longe para conseguir, enfim, ficarem zero de novo pelas mãos dos restauradores. A parceria deles nasceu antes da ideia de negócio. Foi em 2025 que decidiram tirar a vontade do papel. Eles já trabalhavam juntos, comprando carros antigos, mexendo aqui e ali e, por fim, revendendo depois de uma “mexidinha”. Hélio comprava as peças e Cristian colocava a mão na massa. Juntos, eles davam vida ao que muita gente já tinha deixado para trás. Tudo ia bem até que Helinho chegou com a proposta: abrir uma funilaria. Cristian não pensou duas vezes e disse que já tinha até o lugar. Vieram amigos, conhecidos e, pouco depois, desconhecidos também. Opala, Fusca, caminhonete e Maverick foram aparec..

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Estância Miranda: dos ingleses matadores de onça aos judeus protetores
“The Miranda Estancia Company Ltda.” é o nome de uma gigantesca fazenda pertencente a investidores da Inglaterra no coração do Pantanal do Mato Grosso do Sul. Por estranho que pareça, o povo a chamava de “Fazenda do Franceses”. Faziam confusão com outra fazenda vizinha dos ingleses que realmente pertencia a franceses. Tinha mais de 200.000 hectares destinados à criação de bovinos. O “passatempo” era caçar onças. Miranda era uma festa! A fazenda foi, por longo tempo, administrada por Raul Nessheim, um norueguês oriundo do Paraguai. Ele praticamente se assenhorou da fazenda. A administração era precária, suscitando inúmeras controvérsias com os proprietários ingleses, devido à baixíssima lucratividade. A diversão fazia parte de seu cotidiano. Há quem diga que, tal com a Paris dos pintores impressionistas, Miranda era uma festa! Já desde essa época, a fazenda era chamada de “Estância Miranda”, para os brasileiros. Muita gente, do Brasil e do Exterior, ia para lá participar das festanças. ..
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Viver é diferente de estar vivo
Viver é diferente de estar vivo. À primeira vista, as duas coisas parecem iguais. O coração bate, os pulmões trabalham, o corpo se levanta pela manhã, caminha pelas ruas, responde às pessoas, cumpre compromissos. Tudo parece funcionar como deveria. A vida segue seu curso natural, como se nada estivesse fora do lugar. Mas existe uma diferença profunda entre apenas existir e realmente viver, e é justamente nesse espaço invisível que muitas vezes a depressão se instala. Estar vivo é um fenômeno do corpo. Viver é uma experiência da alma, da mente, das emoções. É sentir prazer nas pequenas coisas, perceber o sabor de um café quente, se emocionar com uma música, rir de algo inesperado, sentir o vento no rosto e lembrar que estar aqui pode, às vezes, ser bonito. Mas quando a depressão chega, algo se quebra silenciosamente dentro de nós. Não é apenas tristeza, porque a tristeza ainda carrega sentimento, ainda tem movimento. A depressão é outra coisa. É um silêncio pesado que se instala por den..


