terça-feira, maio 19, 2026

Mato Grosso do Sul

A falta que faz a gentileza

A gentileza tem se tornado uma espécie rara neste mundo que corre, que exige, que consome. Vivemos na era do imediato, do agora, do “pra ontem”, onde o tempo parece sempre escasso demais para caber o cuidado, a escuta, o olhar atento. As pessoas passam umas pelas outras como quem atravessa um corredor estreito, desviando, evitando contato, protegidas por telas, pressa e uma certa indiferença aprendida. Ser gentil, hoje, quase soa como um atraso — como se fosse perda de tempo segurar uma porta, esperar alguém terminar de falar, responder com paciência uma pergunta simples. Como se a delicadeza fosse um luxo que não cabe na rotina acelerada. E, no entanto, é justamente o contrário: nunca foi tão necessária. Porque é na ausência da gentileza que o mundo se torna áspero. É no silêncio de um “bom dia” não dito que começa o distanciamento. É na resposta ríspida, no olhar que não se levanta, no julgamento rápido, que as relações vão se esvaziando de humanidade. A falta de gentileza não chega ..

Brasil

A falta que faz a gentileza

A gentileza tem se tornado uma espécie rara neste mundo que corre, que exige, que consome. Vivemos na era do imediato, do agora, do “pra ontem”, onde o tempo parece sempre escasso demais para caber o cuidado, a escuta, o olhar atento. As pessoas passam umas pelas outras como quem atravessa um corredor estreito, desviando, evitando contato, protegidas por telas, pressa e uma certa indiferença aprendida. Ser gentil, hoje, quase soa como um atraso — como se fosse perda de tempo segurar uma porta, esperar alguém terminar de falar, responder com paciência uma pergunta simples. Como se a delicadeza fosse um luxo que não cabe na rotina acelerada. E, no entanto, é justamente o contrário: nunca foi tão necessária. Porque é na ausência da gentileza que o mundo se torna áspero. É no silêncio de um “bom dia” não dito que começa o distanciamento. É na resposta ríspida, no olhar que não se levanta, no julgamento rápido, que as relações vão se esvaziando de humanidade. A falta de gentileza não chega ..

Sair do aluguel virou estratégia para empresas em crescimento

O mercado empresarial de Campo Grande vive uma transformação silenciosa, mas cada vez mais evidente: empresas de diferentes setores estão deixando o aluguel para investir em sedes próprias como forma de crescimento, fortalecimento de marca e valorização patrimonial. Mais do que uma decisão financeira, a mudança passou a representar um posicionamento estratégico. Em um cenário onde credibilidade, estrutura e experiência do cliente têm peso direto nos resultados de um negócio, o espaço físico se tornou parte importante da construção da imagem empresarial. A procura por projetos corporativos personalizados cresceu significativamente nos últimos anos, principalmente entre clínicas, escritórios, empresas do setor de serviços e negócios em expansão. Ambientes planejados, modernos e alinhados à identidade da marca passaram a ser vistos como investimento e não apenas custo operacional. Segundo Pedro Chaves, arquiteto e sócio do escritório Chaves Brites Corrêa , o comportamento do empresário mu..

Notícias

A falta que faz a gentileza

A gentileza tem se tornado uma espécie rara neste mundo que corre, que exige, que consome. Vivemos na era do imediato, do agora, do “pra ontem”, onde o tempo parece sempre escasso demais para caber o cuidado, a escuta, o olhar atento. As pessoas passam umas pelas outras como quem atravessa um corredor estreito, desviando, evitando contato, protegidas por telas, pressa e uma certa indiferença aprendida. Ser gentil, hoje, quase soa como um atraso — como se fosse perda de tempo segurar uma porta, esperar alguém terminar de falar, responder com paciência uma pergunta simples. Como se a delicadeza fosse um luxo que não cabe na rotina acelerada. E, no entanto, é justamente o contrário: nunca foi tão necessária. Porque é na ausência da gentileza que o mundo se torna áspero. É no silêncio de um “bom dia” não dito que começa o distanciamento. É na resposta ríspida, no olhar que não se levanta, no julgamento rápido, que as relações vão se esvaziando de humanidade. A falta de gentileza não chega ..

Sair do aluguel virou estratégia para empresas em crescimento

O mercado empresarial de Campo Grande vive uma transformação silenciosa, mas cada vez mais evidente: empresas de diferentes setores estão deixando o aluguel para investir em sedes próprias como forma de crescimento, fortalecimento de marca e valorização patrimonial. Mais do que uma decisão financeira, a mudança passou a representar um posicionamento estratégico. Em um cenário onde credibilidade, estrutura e experiência do cliente têm peso direto nos resultados de um negócio, o espaço físico se tornou parte importante da construção da imagem empresarial. A procura por projetos corporativos personalizados cresceu significativamente nos últimos anos, principalmente entre clínicas, escritórios, empresas do setor de serviços e negócios em expansão. Ambientes planejados, modernos e alinhados à identidade da marca passaram a ser vistos como investimento e não apenas custo operacional. Segundo Pedro Chaves, arquiteto e sócio do escritório Chaves Brites Corrêa , o comportamento do empresário mu..

Setor industrial de MS fatura US$ 2,4 bilhões em exportações no 1º quadrimestre

As exportações de produtos industriais em Mato Grosso do Sul alcançaram US$ 660,1 milhões. O montante é 12% maior em comparação com o mesmo período do ano anterior, conforme levantamento do Observatório da Indústria da Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul). No acumulado do 1º quadrimestre do ano, a receita totalizou US$ 2,41 bilhões, com queda de 1% em relação aos primeiros quatro meses do ano passado. Este é o segundo melhor resultado da série histórica para o período de janeiro a abril. A indústria corresponde a 60% da receita total de exportações de Mato Grosso do Sul em abril. No acumulado do ano, essa participação foi ainda maior, alcançando 66%. Entre janeiro e abril deste ano, o setor de celulose e papel teve a maior participação nas receitas de exportação, com R$ 944.318.548, seguido pelo complexo frigorífico, com R$ 890.495.881. Na sequência, destacaram-se os óleos vegetais e demais produtos de sua extração, com R$ 260.263.370. O setor de açúcar e ál..