Encontrada morta a facadas em casa é filha de 1ª vereadora de Ribas do Rio Pardo

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Maria José de Oliveira Beserra, de 70 anos, encontrada morta dentro de casa, com marcas de facadas, na manhã desta segunda-feira (29), é filha adotiva de Magnólia Marques Fogaça, primeira vereadora de Ribas do Rio Pardo. Magnólia morreu em 26 de outubro de 2024, em decorrência de pneumonia e insuficiência respiratória aguda. A informação foi confirmada pelo delegado Felipe Braga, responsável pelas investigações. Segundo ele, as diligências sobre a morte de Maria José ainda estão em andamento. Novas informações sobre o caso deverão ser repassadas pela Polícia Civil assim que os procedimentos forem finalizados. Conforme apurado pelo Campo Grande News , Maria José foi localizada dentro da casa onde morava, na Rua Benvido Fogaça, no bairro Centro Velho, em Ribas do Rio Pardo. A vítima morava sozinha no imóvel. Ela foi encontrada no quarto, ao lado da cama, com ferimentos no pescoço, braço e ombro, provocados por golpes de faca. De acordo com o boletim de ocorrência, um vizinho contou que Maria José tinha o costume de preparar café no início da manhã e tomar a bebida com ele e a esposa. Nesta segunda-feira, como ela não apareceu, ele foi até a casa da vítima para verificar o que havia acontecido e a encontrou caída no chão, com sinais de esfaqueamento. Em seguida, acionou a Polícia Militar. A área foi isolada até a chegada da Polícia Civil e da perícia. Carreira – O primeiro mandato de Magnólia foi em 1944, junto com a emancipação política da cidade. O segundo veio alguns anos depois, em 1959. De lá para cá, o nome não consta mais no histórico de candidaturas e de gestão da Câmara de Vereadores de Ribas do Rio Pardo, mas a ex-parlamentar marcava presença na Casa de Leis. Em Ribas do Rio Pardo, ela era conhecida carinhosamente como "Magoia". Além da vida política, a ex-vereadora foi parteira, professora, empreendedora, empresária e conselheira. Em 2021, os vereadores em exercício naquele ano a saudaram e a convidaram a tirar fotos na Mesa Diretora e na Sala da Presidência. Naquele ano, ela disse que a diferença entre os tempos era ‘gritante’ e que ficava feliz em estar ali. Na ocasião, ela se emocionou ao ver que o local recebe o nome do filho falecido, o ex-vereador Gilberto Fogaça.

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