Dólar sobe com tensão entre EUA e Irã e fecha cotado a R$ 5,25

O dólar fechou em alta de 0,27% nesta terça-feira (24), cotado a R$ 5,25, pressionado pelas incertezas nas negociações entre Estados Unidos e Irã, que elevaram o preço do petróleo no mercado internacional. O movimento ocorreu no cenário global, enquanto o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subiu 0,35% e encerrou o dia aos 182.561 pontos. A alta da moeda acompanha a valorização do petróleo, que reagiu após a queda registrada na véspera. O barril do tipo Brent subiu 4,55% e fechou a US$ 104,49, enquanto o WTI avançou 4,79%, a US$ 92,35. As tensões aumentaram após novos ataques entre Israel e Irã. Um bombardeio iraniano deixou feridos em Tel Aviv durante a madrugada, e Israel indicou a possibilidade de criar uma zona de segurança no sul do Líbano. No mesmo dia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano), afirmou que o Irã pode aceitar negociar, mas autoridades iranianas negaram qualquer diálogo. O cenário elevou a cautela entre investidores, principalmente pe..

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Especialistas apontam danos ao Pantanal e elaboram carta contra hidrovia

A possível concessão da hidrovia no Rio Paraguai prevê intervenções em cerca de 590 quilômetros no chamado tramo sul, entre Corumbá e Porto Murtinho, com operações previstas durante todo o ano. O projeto tem gerado preocupação entre pesquisadores, comunidade e organizações ambientais devido à possibilidade de impactos no pulso natural da inundação do Pantanal e à ausência de estudos considerados essenciais. O evento, que faz parte da agenda da COP15, resultou na elaboração de uma Carta Aberta sobre a Hidrovia Paraguai–Paraná, que será entregue a todas as autoridades e, especialmente, à ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. Em janeiro deste ano, o governo federal anunciou a intenção de realizar no 2º semestre o leilão da hidrovia do Rio Paraguai no trecho Tramo Sul. A medida integra o Programa de Concessões voltado à modernização do transporte hidroviário, a fim de aumentar a eficiência logística e a competitividade do setor. A proposta prevê a concessão à iniciati..

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Novo protocolo define quem entra na fila por transplante de fígado

A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) passou a definir, de forma oficial, quem pode ser encaminhado para a fila de transplante de fígado na rede pública. A mudança foi publicada nesta terça-feira (24), com a criação de um protocolo que estabelece critérios clínicos obrigatórios para acesso às consultas especializadas ligadas ao transplante hepático. Essa regra organiza a porta de entrada para pacientes com doenças graves no fígado, como cirrose e câncer hepático. Só será encaminhado quem atender a condições específicas, como complicações avançadas da doença, piora progressiva da função do órgão ou episódios recorrentes de hemorragia e encefalopatia. O transplante é considerado o único tratamento capaz de curar casos avançados de cirrose, doença crônica que compromete o funcionamento do fígado e pode levar à morte. Mesmo assim, nem todo paciente entra automaticamente no processo. Com o novo protocolo, o encaminhamento passa a depender de critérios técnicos definidos, além da apresenta..

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Após morte, sindicato aponta falta de servidores e superlotação e em presídio

O preso da penitenciária de Dois Irmãos do Buriti, a 116 quilômetros de Campo Grande, que morreu durante um motim registrado nesta terça-feira (24), foi identificado como Thiago Henrique Ribeiro. Segundo a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), ele cumpria pena por roubo e estava na unidade desde abril de 2024. Outros três detentos envolvidos na briga foram hospitalizados. Conforme o Sindicato dos Policiais Penais de Mato Grosso do Sul, a unidade enfrenta superlotação e falta de servidores. De acordo com o Sinsapp (Sindicato dos Policiais Penais), a penitenciária tem capacidade para 238 internos, mas enfrenta desafios relacionados à superlotação e à falta de servidores. O sindicato critica o modelo de ampliação de vagas adotado no sistema prisional, apontando que adaptações estruturais, sem aumento proporcional do efetivo, podem comprometer a segurança. “Quando se amplia a unidade sem reposição de servidores, há sobrecarga e piora nas condições de trabalho..

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