Desembargadores têm queixas no CNJ desde 2014
Os desembargadores investigados pela Polícia Federal na Operação Ultima Ratio recebem reclamações ou pedidos de providências em relação a seus atos judiciais ao menos desde 2014. Na maioria dos casos, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) arquivou as denúncias, mesmo depois de pedir explicações ao TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). A situação é até bem comum, já que qualquer cidadão que sentir-se afetado por trâmites judiciais indevidos pode fazer reclamação contra algum magistrado junto ao conselho. Inclusive, os cinco investigados – Sérgio Fernandes Martins, Sideni Soncini Pimentel, Vladimir Abreu da Silva, Alexandre de Aguiar Bastos e Marcos José Brito Rodrigues – nem figuram como os que receberam maior quantidade de reclamações. Para se ter uma ideia, o desembargador Carlos Eduardo Contar é, entre os 37 desembargadores do TJMS, o que mais foi alvo de queixas ao longo de 17 anos: são nove petições abertas contra ele no CNJ desde 2008. João Maria Lós, que é quem ocupa p..
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