Policial rodoviário é preso flagrado com iPhones e perfumes contrabandeados

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O policial militar rodoviário estadual Henrique de Oliveira Maurício foi preso após ser flagrado transportando 201 celulares e 79 perfumes no Posto Fiscal Pacuri, na BR-463, em Ponta Porã, a 313 quilômetros de Campo Grande. A abordagem ocorreu neste domingo (2). Conforme apurado pelo Campo Grande News, o soldado conduzia um Volkswagen Voyage branco e estava fardado. A suspeita é de que ele utilizava o uniforme para tentar evitar uma fiscalização mais rigorosa. O veículo foi abordado por militares do Exército. Durante a fiscalização, a equipe desconfiou do peso do automóvel e solicitou a abertura do porta-malas. No compartimento foram encontrados 201 aparelhos iPhone e 79 frascos de perfumes de marcas diversas. A mercadoria seria proveniente de contrabando. Inicialmente, o carro e os produtos foram retidos, mas o policial foi liberado no próprio posto fiscal. Ele não foi apresentado à delegacia naquele momento. Segundo as informações apuradas, a Polícia Militar não havia sido acionada durante a abordagem feita pelo Exército. Posteriormente, o soldado foi preso. Em nota, a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul informou que o policial está custodiado no Presídio Militar Estadual. A corporação também afirmou que não concorda com condutas inadequadas praticadas por seus integrantes e que adotou medidas administrativas contra o militar. “A PMMS não coaduna com qualquer comportamento individual inadequado por parte de seus integrantes e já adotou as demais medidas administrativas cabíveis contra o militar”, afirmou. A apreensão aconteceu no mesmo local onde, na semana passada, um policial militar e um ex-policial foram flagrados com 194 quilos de haxixe dentro de um Toyota Corolla. Na ocasião, Max Deive de Lima Junges e William de Jesus Costa foram detidos durante uma fiscalização do Exército. Os dois estavam no Posto Fiscal Pacuri e, segundo o registro policial, teriam tentado convencer os militares a resolver a situação no próprio local. Eles foram autuados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção ativa. O novo caso será apurado pelas autoridades responsáveis, tanto na esfera criminal quanto na administrativa.

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